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150 of 108 results
1.
ubuntu-doc@lists.ubuntu.com (Ubuntu Documentation Project)
2006-04-10
ubuntu-doc@lists.ubuntu.com (Projeto de Documentação Ubuntu)
2006-04-10
ubuntu-doc@lists.ubuntu.com (Projeto de Documentação do Ubuntu)
4.
Windows Networking
2006-04-10
Redes Windows
5.
Computer networks are often comprised of diverse systems, and while operating a network made up entirely of Ubuntu desktop and server computers would certainly be fun, some network environments must consist of both Ubuntu and <trademark class="registered">Microsoft</trademark><trademark class="registered">Windows</trademark> systems working together in harmony. This section of the <phrase>Ubuntu</phrase> Server Guide introduces principles and tools used in configuring your Ubuntu Server for sharing network resources with Windows computers.
2006-04-10
Redes de computadores geralmente são compostas de diversos sistemas e, ainda que operar uma rede feita apenas de servidores e desktops Ubuntu deva ser divertido, alguns ambientes de rede devem se consistir de sistemas Ubuntu e <trademark class="registered">Microsoft</trademark><trademark class="registered">Windows</trademark> trabalhando juntos em harmonia. Esta seção do Guia para Servidores <phrase>Ubuntu</phrase> introduz princípios e ferramentas utilizadas para configurar seu Servidor Ubuntu para compartilhar recursos de rede com computadores Windows.
6.
Introduction
2006-04-10
Introdução
7.
Successfully networking your Ubuntu system with Windows clients involves providing and integrating with services common to Windows environments. Such services assist the sharing of data and information about the computers and users involved in the network, and may be classified under three major categories of functionality:
2006-04-10
Ligar em rede seu sistema Ubuntu com clientes Windows envolve que se disponibilize e integre serviços comuns a ambientes Windows. Tais serviços ajudam no compartilhamento de dados e informações sobre os computadores e usuários envolvidos na rede e pode ser classificado sob três grandes categorias de funcionalidades:
8.
<emphasis role="bold">File and Printer Sharing Services</emphasis>. Using the Server Message Block (SMB) protocol to facilitate the sharing of files, folders, volumes, and the sharing of printers throughout the network.
2006-04-10
<emphasis role="bold">Serviços de Compartilhamento de Arquivos e Impressão</emphasis>. Utilizando o protocolo Server Message Block (SMB) para facilitar o compartilhamento de arquivos, pastas, volumes, e o compartilhamento de impressoras da rede.
9.
<emphasis role="bold">Directory Services</emphasis>. Sharing vital information about the computers and users of the network with such technologies as the Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) and Microsoft <trademark class="registered">Active Directory</trademark>.
2006-04-10
<emphasis role="bold">Serviços de Diretórios</emphasis>. Compartilhando informações vitais sobre os computadores e usuários da rede através de tecnologias como o Lightweight Directory Access Protocol (LDAP) e o Microsoft <trademark class="registered">Active Directory</trademark>.
10.
<emphasis role="bold">Authentication and Access</emphasis>. Establishing the identity of a computer or user of the network and determining the information the computer or user is authorized to access using such principles and technologies as file permissions, group policies, and the Kerberos authentication service.
2006-04-10
<emphasis role="bold">Autenticação e Acesso</emphasis>. Estabelecendo a identidade de um computador ou usuário da rede e determinando a informação a qual o computador ou usuário está autorizado a acessar utilizando tais princípios e tecnologias como permissões de arquivo, diretivas de grupo e o serviço de autenticação Kerberos.
11.
Fortunately, your Ubuntu system may provide all such facilities to Windows clients and share network resources among them. One of the principle pieces of software your Ubuntu system includes for Windows networking is the SAMBA suite of SMB server applications and tools. This section of the <phrase>Ubuntu</phrase> Server Guide will briefly introduce the installation and limited configuration of the SAMBA suite of server applications and utilities. Additional, detailed documentation and information on SAMBA is beyond the scope of this documentation, but exists on the <ulink url="http://www.samba.org">SAMBA website</ulink>.
2006-04-10
Felizmente, seu sistema Ubuntu pode disponibilizar todas essas funcionalidades para clientes Windows e compartilhar recursos de rede entre eles. Um dos principais softwares que seu sistema Ubuntu inclui é a suíte de aplicações e ferramentas SAMBA para servidores SMB. Esta seção do Guia para Servidores <phrase>Ubuntu</phrase> irá brevemente introduzir a instalação e configuração limitada da suíte SAMBA de aplicações e utilitários. Além disso, informações e documentação detalhadas sobre o SAMBA estão além do escopo desta documentação, mas existem no <ulink url="http://www.samba.org">website do SAMBA</ulink>.
12.
Installing SAMBA
2006-04-10
Instalando o SAMBA
17.
Configuring SAMBA
2006-04-10
Configurando o SAMBA
18.
You may configure the SAMBA server by editing the <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> file to change the default settings or add new settings. More information about each setting is available in the comments of the <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> file or by viewing the <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> manual page from the prompt with the following command typed at a terminal prompt:
2006-04-10
Você pode configurar o servidor SAMBA editando o arquivo <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> para mudar as opções padrão ou adicionar novas configurações. Mais informações sobre cada configuração estão disponíveis nos comentários do <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> ou lendo a página de manual do <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> através do seguinte comando digitado no prompt do terminal:
19.
man smb.conf
2006-04-10
man smb.conf
20.
Prior to editing the configuration file, you should make a copy of the original file and protect it from writing so you will have the original settings as a reference and to re-use as necessary.
2006-04-10
Antes de editar o arquivo de configuração, você deve fazer uma cópia do arquivo original e protegê-lo contra escrita para que você tenha as configurações originais como uma referência e re-utilizá-las quando necessário.
23.
Now, edit the <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> file and make your changes.
2006-04-10
Agora, edite o arquivo <filename>/etc/samba/smb.conf</filename> e faça suas alterações.
34.
security = ADS
2006-04-10
security = ADS
36.
Be sure to replace the token DOMAIN_NAME in the example above with the actual name of your specific Windows Domain.
2006-04-10
Assegure-se de substituir o símbolo DOMAIN_NAME no exemplo acima pelo nome verdadeiro do seu Domínio Windows específico.
37.
You will need to restart the SAMBA daemons to effect these changes. Restart the SAMBA daemons with the following command entered at a terminal prompt:
2006-04-10
Você precisará reiniciar os daemons SAMBA para efetivar essas alterações. Reinicie os daemons SAMBA com o seguinte comando inserido no prompt do terminal:
39.
Computer Accounts
2006-04-10
Contas de Computador
40.
Computer Accounts are used in Directory Services to uniquely identify computer systems participating in a network, and are even treated in the same manner as users in terms of security. Computer accounts may have passwords just as user accounts do, and are subject to authorization to network resources in the same manner as user accounts. For example, if a network user, with a valid account for a particular network attempts to authenticate with a network resource from a computer which does not have a valid computer account, depending upon policies enforced on the network, the user may be denied access to the resource if the computer the user is attempting authentication from is considered to be an unauthorized computer.
2006-04-10
Contas de Computador são utilizados em Serviços de Diretório para identificar unicamente sistemas de computador que participam de uma rede e são também tratados da mesma maneira que usuários em termos de segurança. Contas de computador podem ter senha assim como usuários têm e estão sujeitas a autorização para acessar recursos de rede da mesma forma que contas de usuários. Por exemplo, se um usuário de rede com uma conta válida para uma rede em particular tenta se autenticar a um recurso de rede de um computador que não tem uma conta de computador válida, dependendo das diretivas aplicadas na rede, o acesso ao recurso pode ser negado ao usuário se o computador do qual ele tenta se autenticar é considerado um computador não autorizado.
156.
Apache is configured by placing <emphasis>directives</emphasis> in plain text configuration files. The main configuration file is called <filename>apache2.conf</filename>. In addition, other configuration files may be added using the <emphasis>Include</emphasis> directive, and wildcards can be used to include many configuration files. Any directive may be placed in any of these configuration files. Changes to the main configuration files are only recognized by Apache2 when it is started or restarted.
2006-05-07
O Apache é configurado colocando-se <emphasis>diretivas</emphasis> em arquivos de configuração de texto puro. O arquivo de configuração principal é chamado <filename>apache2.conf</filename>. Além disso, outros arquivos de configuração podem ser adicionados utilizando-se a diretiva <emphasis>Include</emphasis>, e caracteres coringa (wildcards) podem ser utilizados para incluir vários arquivos de configuração. Qualquer diretiva pode ser colocada em qualquer desses arquivos de configuração. Mudanças no arquivo de configuração apenas são reconhecidas pelo Apache2 quando este for iniciado ou reiniciado.
158.
The default Apache2 configuration file is <filename>/etc/apache2/apache2.conf</filename> . You can edit this file to configure the Apache2 server. You can configure the port number, document root, modules, log files, virtual hosts, etc.
2006-05-18
O arquivo de configuração padrão do Apache2 é o <filename>/etc/apache2/apache2.conf</filename>. Você pode editar esse arquivo para configurar o servidor Apache2. Você pode configurar o número da porta, raiz dos documentos, módulos, arquivos de log, hosts virtuais, etc.
2006-04-27
O arquivo de configuração padrão do Apache2 é o <filename>/etc/apache2/apache2.conf</filename>. Você pode editar esse arquivo para configurar o servidor Apache2. Você pode configurar o número da porta, raiz dos documentos, módulos, arquivos de log, hosts virtuais, etc.
161.
Apache2 ships with a virtual-host-friendly default configuration. That is, it is configured with a single default virtual host (using the <emphasis>VirtualHost</emphasis> directive) which can modified or used as-is if you have a single site, or used as a template for additional virtual hosts if you have multiple sites. If left alone, the default virtual host will serve as your default site, or the site users will see if the URL they enter does not match the <emphasis>ServerName</emphasis> directive of any of your custom sites. To modify the default virtual host, edit the file <filename>/etc/apache2/sites-available/default</filename>. If you wish to configure a new virtual host or site, copy that file into the same directory with a name you choose. For example, <command>sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/mynewsite</command> Edit the new file to configure the new site using some of the directives described below.
2006-05-07
O Apache2 vem com uma configuração padrão amigável para hosts virtuais. Isto é, ele é configurado com um host virtual único padrão (utilizando a diretiva <emphasis>VirtualHost</emphasis>) o qual pode ser modificado ou utilizado como está se você tiver apenas um site, ou ainda usado como modelo para hosts virtuais adicionais caso você tenha múltiplos sites. Se não for alterado, o host virtual padrão servirá como seu site padrão, ou o site que os usuários utilizarão caso a URL que eles especifiquem não bata com a diretiva <emphasis>ServerName</emphasis> de nenhum de seus sites customizados. Para modificar o virtual host padrão, edite o arquivo <filename>/etc/apache2/sites-available/default</filename>. Caso você deseje configurar um novo host virtual ou site, copie esse arquivo para o mesmo diretório com um nome de sua escolha. Por exemplo, <command>sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/meunovosite</command>. Edite o novo arquivo para configurar o novo site utilizando algumas das diretivas descritas abaixo.
162.
The <emphasis>ServerAdmin</emphasis> directive specifies the email address to be advertised for the server's administrator. The default value is webmaster@localhost. This should be changed to an email address that is delivered to you (if you are the server's administrator). If your website has a problem, Apache2 will display an error message containing this email address to report the problem to. Find this directive in your site's configuration file in /etc/apache2/sites-available.
2006-05-07
A diretiva <emphasis>ServerAdmin</emphasis> especifica o endereço de email a ser anunciado como do administrador do servidor. O valor padrão é webmaster@localhost. Ele deve ser alterado para um endereço de email que seja entregue para você (caso você seja o administrador do servidor). Se seu website possuir um problema, o Apache2 mostrará uma mensagem de erro contendo este endereço de email para qual o problema poderá ser relatado. Encontre esta diretiva no arquivo de configuração do site site em /etc/apache2/sites-available.
163.
The <emphasis>Listen</emphasis> directive specifies the port, and optionally the IP address, Apache2 should listen on. If the IP address is not specified, Apache2 will listen on all IP addresses assigned to the machine it runs on. The default value for the Listen directive is 80. Change this to 127.0.0.1:80 to cause Apache2 to listen only on your loopback interface so that it will not be available to the Internet, to (for example) 81 to change the port that it listens on, or leave it as is for normal operation. This directive can be found and changed in its own file, <filename>/etc/apache2/ports.conf</filename>
2006-05-07
A diretiva <emphasis>Listen</emphasis> especifica a porta, e opcionalmente o endereço IP, na qual o Apache2 irá escutar. Se o endereço IP não for especificado, o Apache2 irá escutar em todos os endereços IP designados para a máquina no qual ele esteja rodando. O valor padrão para a diretiva Listen é 80. Altere isso para 127.0.0.1:80 para fazer com que o Apache apenas escute apenas na sua interface de loopback, de forma que ele esteja disponível para a Internet, para (por exemplo) 81 para mudar a porta no qual ele escuta, ou deixe o valor como está para operação normal. Esta diretiva pode ser encontrada e alterada em seu próprio arquivo, <filename>/etc/apache2/ports.conf</filename>
164.
You may also want your site to respond to www.ubunturocks.com, since many users will assume the www prefix is appropriate. Use the <emphasis>ServerAlias</emphasis> directive for this. You may also use wildcards in the ServerAlias directive. For example, <command>ServerAlias *.ubunturocks.com</command> will cause your site to respond to any domain request ending in .ubunturocks.com.
2006-05-07
Você também pode querer que seu site responda a www.ubunturocks.com, já que muitos usuários assumirão que o prefixo www é apropriado. Use a diretiva <emphasis>ServerAlias</emphasis> para isso. Você também pode utilizar caracteres mágicos na diretiva ServerAlias. Por exemplo, <command>ServerAlias *.ubunturocks.com</command> irá fazer com que seu site responda a qualquer requisição de domínio que termine em .ubunturocks.com.
165.
The <emphasis>ServerName</emphasis> directive is optional and specifies what FQDN your site should answer to. The default virtual host has no ServerName directive specified, so it will respond to all requests that do not match a ServerName directive in another virtual host. If you have just acquired the domain name ubunturocks.com and wish to host it on your Ubuntu server, the value of the ServerName directive in your virtual host configuration file should be ubunturocks.com. Add this directive to the new virtual host file you created earlier (<filename>/etc/apache2/sites-available/mynewsite</filename>). <placeholder-1/>
2006-05-07
A diretiva <emphasis>ServerName</emphasis> é opcional e especifica qual a FQDN seu site deverá responder. O host virtual padrão não possui diretiva ServerName especificada, portanto ele irá responder a todas as requisições que não combinem com uma diretiva ServerName em outro host virtual. Se você acabou de adquirir o nome de domínio ubunturocks.com e gostaria de hospedá-lo no seu servidor Ubuntu, o valor da diretiva ServerName no arquivo de configuração do seu host virtual deverá ser ubunturocks.com. Adicione esta diretiva ao novo arquivo de site virtual que você criou antes (<filename>/etc/apache2/sites-available/meunovosite</filename). <placeholder-1/>
166.
The <emphasis>DocumentRoot</emphasis> directive specifies where Apache should look for the files that make up the site. The default value is /var/www. No site is configured there, but if you uncomment the <emphasis>RedirectMatch</emphasis> directive in <filename>/etc/apache2/apache2.conf</filename> requests will be redirected to /var/www/apache2-default where the default Apache2 site awaits. Change this value in your site's virtual host file, and remember to create that directory if necessary!
2006-05-07
A diretiva <emphasis>DocumentRoot</emphasis> especifica onde o Apache deve procurar pelos arquivos que formam o site. O valor padrão é /var/www. Nenhum site está configurado lá, mas você pode descomentar a diretiva <emphasis>RedirectMatch</emphasis> em <filename>/etc/apache2/apache2.conf</filename> as requisições serão redirecionadas para /var/www/apache2-default onde o site padrão do Apache2 aguarda. Altere este valor no arquivo de host virtual do seu site e lembre-se de criar aquele diretório se necessário!
167.
The /etc/apache2/sites-available directory is <emphasis role="bold"> not</emphasis> parsed by Apache2. Symbolic links in /etc/apache2/sites-enabled point to "available" sites. Use the a2ensite (Apache2 Enable Site) utility to create those symbolic links, like so: <command>sudo a2ensite mynewsite</command> where your site's configuration file is <filename> /etc/apache2/sites-available/mynewsite</filename>. Similarly, the a2dissite utility should be used to disable sites.
2006-05-07
O diretório /etc/apache2/sites-available <emphasis>não</emphasis> é decodificado pelo Apache2. Links simbólicos em /etc/apache2/sites-enabled apontam para sites "disponíveis" (available). Utilize o utilitário a2ensite (Apache2 Enable Site) para criar esses links simbólicos, como neste exemplo: <command>sudo a2ensite meunovosite</command> onde o arquivo de configuração do seu site é <filename> /etc/apache2/sites-available/meunovosite</filename>. Semelhantemente, o utilitário a2dissite deve ser usado para desabilitar sites.
169.
This section explains configuration of the Apache2 server default settings. For example, if you add a virtual host, the settings you configure for the virtual host take precedence for that virtual host. For a directive not defined within the virtual host settings, the default value is used.
2006-05-07
Esta seção explica a configuração das definições padrão do servidor Apache2. Por exemplo, se você adicionar um host virtual, as definições que você configurar para o host virtual têm precedência para aquele host virtual. Para uma diretiva não definida dentro da definição de host virtual, o valor padrão é utilizado.
194.
<emphasis role="bold">User</emphasis> - The User directive sets the userid used by the server to answer requests. This setting determines the server's access. Any files inaccessible to this user will also be inaccessible to your website's visitors. The default value for User is www-data.
2006-05-17
<emphasis role="bold">User</emphasis> - A diretiva User seta o UserID usado pelo servidor para responder as solicitações. Esta opção determina o acesso ao servidor. Qualquer arquivo inacessível a este usuário será também inacessível aos visitantes do seu website. O valor padrão para o User é www-data
195.
Unless you know exactly what you are doing, do not set the User directive to root. Using root as the User will create large security holes for your Web server.
2006-05-17
A não ser que você saiba exatamente o que está fazendo, não defina a diretiva User para root. Usando o root como User (usuário) você irá criar largas brechas de sergurança para seu ser servidor Web.
196.
The Group directive is similar to the User directive. Group sets the group under which the server will answer requests. The default group is also www-data.
2006-05-17
A diretiva Group é similar a diretiva User. Group define o grupo que o servidor irá responder as solicitações. O grupo padrão é www-data.
198.
Apache is a modular server. This implies that only the most basic functionality is included in the core server. Extended features are available through modules which can be loaded into Apache. By default, a base set of modules is included in the server at compile-time. If the server is compiled to use dynamically loaded modules, then modules can be compiled separately, and added at any time using the LoadModule directive. Otherwise, Apache must be recompiled to add or remove modules. Ubuntu compiles Apache2 to allow the dynamic loading of modules. Configuration directives may be conditionally included on the presence of a particular module by enclosing them in an &lt;IfModule&gt; block. You can install additional Apache2 modules and use them with your Web server. You can install Apache2 modules using the <application>apt-get</application> command. For example, to install the Apache2 module for MYSQL authentication, you can run the following command from a terminal prompt:
2006-05-17
O Apache é um servidor modular. Isso significa que somente as funcionalidades básicas são inclusas no núcleo do servidor. A extensão das funcionalidades são disponibilizadas através de módulos, que podem ser carregados no Apache. Por padrão, alguns módulos básicos já estão inclusos na hora da compilação. Se o servidor for compilado para usar o carregamento dinâmico de módulos, então os módulos podem ser compilados separadamente, e adicionados à qualquer hora usando a diretiva LoadModule. Caso contrário, o Apache2 precisa ser recompilado para adicionar ou remover módulos. O Ubuntu compila o Apache2 de maneira que permita o carregamento dinâmico de módulos. As diretivas de configuração podem ser incluídas condicionalmente, com a presença de um módulo em particular incluído num bloco <IfModule>. Você pode instalar módulos adicionais do Apache2 e usá-los com o seu servidor WEB. Você pode instalar módulos do Apache2 usando o comando <application>apt-get</application>. Por exemplo, para instalar o módulo do Apache2 para autenticação por MYSQL, você pode executar o seguinte comando de um prompt de terminal (linha de comando)
2006-05-17
O Apache é um servidor modular. Isso significa que somente as funcionalidades básicas são inclusas no núcleo do servidor. A extensão das funcionalidades são disponibilizadas através de módulos, que podem ser carregados no Apache. Por padrão, alguns módulos básicos já estão inclusos na hora da compilação. Se o servidor for compilado para usar o carregamento dinâmico de módulos, então os módulos podem ser compilados separadamente, e adicionados à qualquer hora usando a diretiva LoadModule. Caso contrário, o Apache2 precisa ser recompilado para adicionar ou remover módulos. O Ubuntu compila o Apache2 de maneira que permita o carregamento dinâmico de módulos. As diretivas de configuração podem ser incluídas condicionalmente, com a presença de um módulo em particular incluído num bloco <IfModule>. Você pode instalar módulos adicionais do Apache2 e usá-los com o seu servidor WEB. Você pode instalar módulos do Apache2 usando o comando <application>apt-get</application>. Por exemplo, para instalar o módulo do Apache2 para autenticação por MYSQL, você pode executar o seguinte comando de um prompt de terminal (linha de comando)
200.
Once you install the module, the module will be available in the <filename>/etc/apache2/mods-available</filename> directory. You can use the <application>a2enmod</application> command to enable a module. You can use the <application>a2dismod</application> command to disable a module. Once you enable the module, the module will be available in the the <filename>/etc/apache2/mods-enabled</filename> directory.
2006-05-17
Quando você instala um módulo, ele estará disponível no diretório <filename>/etc/apache2/mods-available</filename>. Você pode usar o comando <application>a2enmod</application> para habilitar um módulo. Você pode usar o comando <application>a2dismod</application> para desabilitar um módulo. Quando você desabilita um módulo, ele estará disponível no diretório <filename>/etc/apache2/mods-enabled</filename>.
203.
The <application>mod_ssl</application> module is available in <application>apache2-common</application> package. If you have installed this package, you can run the following command from a terminal prompt to enable the <application>mod_ssl</application> module:
2006-05-17
O módulo <application>mod_ssl</application> está disponível no pacote <application>apache2-common</application>. Se você possuir este pacote instalado, você pode executar o comando a seguir de um prompt de terminal para ativar o módulo <application>mod_ssl</application>:
388.
Version control is the art of managing changes to information. It has long been a critical tool for programmers, who typically spend their time making small changes to software and then undoing those changes the next day. But the usefulness of version control software extends far beyond the bounds of the software development world. Anywhere you can find people using computers to manage information that changes often, there is room for version control.
2006-05-17
O controle de versões é a arte de gerenciar mudanças na informação. Ele tem sido há muito tempo uma ferramenta crucial para programadores, que tipicamente passam seu tempo fazendo pequenas mudanças em um software e então desfazendo essas mudanças no outro dia. Mas a utilidade de softwares de controle de versões vão muito além do mundo dos desenvolvedores de software. Em qualquer lugar que você possa encontrar pessoas usando computadores para gerenciar informações que mudam constantemente, existe espaço para o controle de versões.
399.
Subversion is an open source version control system. Using Subversion, you can record the history of source files and documents. It manages files and directories over time. A tree of files is placed into a central repository. The repository is much like an ordinary file server, except that it remembers every change ever made to files and directories.
2006-05-17
O Subversion é um sistema de controle de versões de código aberto. Ele gerencia arquivos e diretórios através do tempo. Uma árvore de arquivos é colocada em um repositório central. Esse repositório é muito parecido com um servidor de arquivos comum, exceto pelo fato de que ele se lembra de todas as alterações feitas nos arquivos e diretórios.
412.
Schema
2006-05-17
Esquema
413.
Access Method
2006-05-17
Método de Acesso
421.
Access via custom protocol to an svnserve server
2006-05-17
Acesso via protocolo customizado para um servidor svnserve
426.
This is the simplest of all access methods. It does not require any Subversion server process to be running. This access method is used to access Subversion from the same machine. The syntax of the command, entered at a terminal prompt, is as follows:
2006-05-17
Esse é o mais simples de todos os métodos de acesso. Ele não requer que nenhum processo do servidor Subversion esteja rodando. Esse método de acesso é usado para acessar o Subversion a partir da mesma máquina. A sintaxe do comando, informado no prompt de um terminal, é a seguinte:
431.
The repository permissions depend on filesystem permissions. If the user has read/write permission, he can checkout from and commit to the repository.
2006-05-17
As permissões do repositório dependem das permissões do sistema de arquivos. Se o usuário tem permissão de leitura/gravação, ele pode fazer checkout e fazer commit para o repositório.
434.
&lt;Location /svn&gt; DAV svn SVNPath /path/to/repos AuthType Basic AuthName "Your repository name" AuthUserFile /etc/subversion/passwd &lt;LimitExcept GET PROPFIND OPTIONS REPORT&gt; Require valid-user &lt;/LimitExcept&gt; &lt;/Location&gt;
2006-05-17
&lt;Location /svn&gt; DAV svn SVNPath /caminho/para/o/repositorio AuthType Basic AuthName "Nome do seu repositorio" AuthUserFile /etc/subversion/passwd &lt;LimitExcept GET PROPFIND OPTIONS REPORT&gt; Require valid-user &lt;/LimitExcept&gt; &lt;/Location&gt
438.
Next, you must create the <filename>/etc/subversion/passwd</filename> file. This file contains user authentication details. To add an entry, i.e. to add a user, you can run the following command from a terminal prompt:
2006-05-17
Em seguida, você precisa criar o arquivo <filename>/etc/subversion/passwd</filename>. Esse arquivo contém detalhes de autenticação de usuários. Para adicionar uma entrada, ex.: para adicionar um usuário, você pode rodar o seguinte comando a partir do prompt de um terminal:
442.
The password is transmitted as plain text. If you are worried about password snooping, you are advised to use SSL encryption. For details, please refer next section.
2006-05-17
As senhas são transmitidas em texto simples. Se você estiver preocupado com roubo de senhas, você está convidado a usar criptografia SSL. Para detalhes, por favor consulte a próxima seção.
444.
Accessing Subversion repository via WebDAV protocol with SSL encryption (https://) is similar to http:// except that you must install and configure the digital certificate in your Apache2 web server.
2006-05-17
Acessar o repositório Subversion via protocolo WebDAV com criptografia SSL (https://) é semelhante a acessar via http:// exceto pelo fato de que você precisa instalar e configurar um certificado digital no seu servidor web Apache2.